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(Foto: Reprodução/Câmara dos Deputados)

A aposta na pressão popular

O governo não conseguiu manter o COAF nas mãos do ministro Sergio Moro

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
2 min de leitura

(Foto: Reprodução/Câmara dos Deputados)

*Reportagem com áudio de João Paulo Machado/Agência Rádio Mais [caption id="attachment_181289" align="aligncenter"]
(Foto: Reprodução/Câmara dos Deputados)filipe barros
(Foto: Reprodução/Câmara dos Deputados)[/caption] O governo bem que tentou, mas não conseguiu manter o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) nas mãos do ministro Sergio Moro. Diante da péssima articulação parlamentar, a aposta na pressão popular com a exigência do voto nominal, fracassou. A derrota, porém, foi por pouco: 228 a 210. Diferença de apenas 18 votos. Para alguns, a margem pequena abre espaço para avaliações de que a pressão popular pode, sim, dar resultados. Por isso, a meta agora é dobrar a aposta. Todas as fichas serão jogadas nas manifestações do dia 26. Isso ficou claro no discurso que antecedeu a derrota governista, feito pelo deputado Filipe Barros (PSL-PR). [audio mp3="https://redesuldenoticias.com.br/content/uploads/2019/05/PANO190001A.mp3"][/audio] “Todo poder emana do povo e em favor dele será exercido. Mas na nossa realidade brasileira, nós estamos vendo que todo poder emana do povo e contra ele será exercido. Mas essa lógica está mudando porque a população está nas ruas.” Acuado pelo Parlamento e sem forças para aprovar projetos, o governo aposta na pressão popular permanente. Pode dar certo, saberemos a partir de domingo (26). Mas se der errado, quem perde é o Brasil que caminha para mais um ano perdido