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O presidente eleito Jair Bolsonaro fala à imprensa, após receber uma honraria do Exército, a Medalha do Pacificador com Palma, entregue durante audiência fechada no Quartel-General do Exército, em Brasília.

Bolsonaro será diplomado nesta segunda (10), no TSE

Solenidade será às 16h, em Brasília

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
2 min de leitura

O presidente eleito Jair Bolsonaro fala à imprensa, após receber uma honraria do Exército, a Medalha do Pacificador com Palma, entregue durante audiência fechada no Quartel-General do Exército, em Brasília.

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O ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, apresenta no Palácio do Planalto, as trinta e cinco metas prioritárias dos primeiros cem dias de governoO ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, apresenta no Palácio do Planalto, as trinta e cinco metas prioritárias dos primeiros cem dias de governo
Jair Bolsonaro (Foto: Agência Brasil)[/caption] O presidente eleito, Jair Bolsonaro, chega a Brasília nesta segunda feira (10) para a cerimônia de diplomação com seu vice Hamilton Mourão, às 16h, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Para a solenidade, foram distribuídos 700 convites. Os diplomas são assinados pela presidente do TSE, ministra Rosa Weber, que abre a sessão solene e indica dois ministros para conduzirem os eleitos ao plenário. A agenda do presidente eleito para esta semana é intensa e inclui reuniões com as bancadas do PSD, DEM, PSL, PP e PSB. Também há conversas com os governadores eleitos de Santa Catarina, Carlos Moisés da Silva (PSL), e do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), segundo informou a Agência Brasil. As reuniões ocorrem no momento em que Bolsonaro já definiu toda a sua equipe ministerial. Os 22 ministros foram escolhidos. O último nome foi anunciado nesse domingo (9), nas redes sociais, pelo próprio presidente eleito, foi o do advogado e administrador Ricardo de Aquino Salles para o Ministério do Meio Ambiente. A partir da posse, de acordo com a Constituição Federal, art. 14, § 10 Ação de Impugnação de Mandato Eletivo (AIME), a oposição terá 15 dias, para mandatos obtidos mediante abuso de poder econômico, corrupção ou fraude.