O Movimento Brasil Livre deve ampliar a sua abrangência criando um braço da entidade no movimento estudantil de apoio ao presidente eleito, Jair Bolsonaro, afirmando que não possui interesse em fazer parte de entidades como a União Brasileira dos Estudantes (UNE) e a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES).
“Consideramos esse modelo obsoleto e nosso objetivo é tornar esse tipo de organização insignificante”, diz Pedro D’eyrot, fundador do MBL, referindo-se à UNE e UBES.Sobre o autor
Cristina Esteche
Jornalista
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