Ao vivo
Guarapuava - PR · 21°C Predominantemente nublado
Em breve Agenda completa da região no Portal RSN Shows Feiras, cultura, esporte e serviços em um só lugar Volte todo dia Saiba o que acontece antes de sair de casa Portal RSN Sua agenda regional, atualizada para quem acompanha o portal Em breve Agenda completa da região no Portal RSN Shows Feiras, cultura, esporte e serviços em um só lugar Volte todo dia Saiba o que acontece antes de sair de casa Portal RSN Sua agenda regional, atualizada para quem acompanha o portal

Cortes de recursos e paralisia em ministérios pode gerar colapso, alerta deputado

Para Rubens Bueno, governo precisa avaliar muito bem as prioridades

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
2 min de leitura
[caption id="attachment_179554" align="aligncenter"]
rb
Deputado Rubens Bueno (Foto: Divulgação)[/caption] O deputado federal Rubens Bueno (Cidadania-PR) alertou nesta terça (30) que o corte de R$ 30 bilhões nas despesas do Orçamento federal e uma série problemas de gestão em programas gerenciados por ministérios já causam reflexos no atendimento da população e podem, em curto prazo, provocar um colapso em diversas áreas. O parlamentar cita problemas no programa Minha Casa Minha Vida; no Fundo de Financiamento Estudantil (FIES), nas agências de fomento à pesquisa, responsável pelo pagamento de bolsas; no atendimento ao público em agência do INSS, do Trabalho e da Receita Federal, entre outros. "Entendemos a necessidade de enxugamento dos gastos públicos, mas o corte drástico de recursos em algumas áreas causa preocupação. Uma paralisia em ministérios pode gerar colapso no atendimento da população. O governo precisa avaliar muito bem as prioridades e promover o desbloqueio de recursos em algumas áreas críticas". Reportagem publicada nesta terça pelo jornal O Estado de S. Paulo mostra que o corte de recursos já está provocando uma paralisia na máquina pública que pode se agravar a partir de agosto. No programa Minha Casa Minha Vida já há estrangulamento financeiro das empresas, que estavam entregando as casas sem receber do governo. Em algumas universidades federais, 30% de recursos também foram bloqueados. Já a área científica sofreu um corte de 42%. O dinheiro disponível só garantia o pagamento das bolsas de pesquisa até setembro. "Também já temos problemas para a manutenção de hospitais e de estradas. Isso causa preocupação. Medidas preventivas precisam ser tomadas para evitar que em curto prazo vários serviços sejam paralisados. Sabemos que o governo tenta aumentar a arrecadação com privatizações e leilões, mas outras alternativas, além da Reforma da Previdência, precisam ser estudadas para evitar a paralisia da máquina pública".