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Bolsonaro revoga permissão para suspender contratos de trabalho (Foto: Ascom/Governo Federal)

Cresce a expectativa em torno do anúncio para o Meio Ambiente

Advogado e engenheiro agrônomo lideram o páreo

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
2 min de leitura

Bolsonaro revoga permissão para suspender contratos de trabalho (Foto: Ascom/Governo Federal)

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Ato bolsonarista na Praça Cleve (Foto: Arquivo/RSN)Ato bolsonarista na Praça Cleve (Foto: Arquivo/RSN)
O Presidente eleito Jair Bolsonaro (Foto: Agência Brasil)[/caption] Na expectativa do comando do Meio Ambiente, o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) chegou a Brasília, nesta terça feira (4), e seguiu direto para o gabinete de transição, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). O primeiro compromisso do dia foi uma conversa com Tereza Cristina, confirmada para o Ministério da Agricultura. Bolsonaro têm reiterado que as duas áreas precisam trabalhar conjuntamente. Tereza Cristina que presidente a Frente Agropecuária da Câmara já sinalizou que poderia contribuir com a definição do nome para o Meio Ambiente. Entre nomes cotados está o do advogado Ricardo Salles, fundador do Movimento Endireita Brasil, ex-diretor Jurídico da Sociedade Rural Brasileira e do Instituto Brasileiro de Estudos de Concorrência, Consumo e Comércio Internacional. Salles foi também secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. Outro nome sob avaliação é o do engenheiro agrônomo e escritor Francisco Graziano. Graziano ocupou diversos cargos públicos, entre eles, os de secretário estadual do Meio Ambiente (2007-2010), de deputado federal pelo PSDB/SP (1998-2006), secretário estadual de Agricultura (1996-98), presidente do Incra (1995) e chefe de gabinete pessoal do presidente Fernando Henrique Cardoso (1995). Bolsonaro, porém, na semana passada chegou a dizer que “meia de dúzia” sendo analisados. Entre os quais, está o paranaense Ricardo Soavinski. Bolsonaro voltou a fazer críticas à aplicação de multas ambientais. Segundo ele, há no país uma "indústria de multas" no setor como "a que existe no asfalto", referindo-se a radares de monitoramento de velocidade nas estradas. "O governo é especialista em perseguir quem trabalha no Brasil", disse ele, que afirmou que "o Brasil é o país que mais preserva o meio ambiente", mas que alguns fiscais ambientais cometem abusos. "Esse pessoal vai deixar de trabalhar dessa forma", avisou.