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À medida que as convenções partidárias se aproximam, o cenário eleitoral do Paraná começa a deixar a fase de indefinições. Partidos que mantinham negociações abertas passam a indicar os caminhos e os palanques para 2026 começam a ganhar forma.
Um dos movimentos recentes envolve o Democracia Cristã (DC). Uma disputa interna no comando nacional da legenda provocou mudanças no Paraná. Uma deles passa pela destituição da comissão provisória liderada pelo ex-deputado Ricardo Gomyde. A outra, trata-se da nova configuração aproximando o partido da pré-candidatura do senador Sergio Moro (PL) ao Governo do Estado.
A mudança também enfraquece o projeto do empresário e ex-deputado estadual Tony Garcia. Ele pretendia disputar o Palácio Iguaçu fazendo oposição direta a Moro. Com a nova direção estadual, a tendência é que o partido caminhe para apoiar o senador na próxima convenção.
A nova presidente do DC no Paraná, Rafaela Losi (PSD), prefeita de Clevelândia, mantém ligação com o grupo político do governador Ratinho Junior. Entretanto, a composição da executiva estadual aponta para uma aproximação com Moro, com nomes como Jorge Casagrande e Fábio Aguayo entre os dirigentes e apoiadores do senador.
O episódio revela uma característica desta fase pré-eleitoral. Enquanto as convenções não chegam, muitos partidos mantêm portas abertas. Mas, conforme os prazos avançam, as escolhas começam a aparecer e o mapa das alianças para 2026 começa a ser desenhado no Paraná.
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