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O ministro extraordinário do governo de transição do presidente eleito Jair Bolsonaro, Onyx Lorenzoni, fala à imprensa no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília.

Extinção do Ministério do Trabalho foi anunciada nesta segunda (3)

Atribuições irão para os ministérios da Justiça, Economia e Cidadania

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
2 min de leitura

O ministro extraordinário do governo de transição do presidente eleito Jair Bolsonaro, Onyx Lorenzoni, fala à imprensa no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília.

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(Foto: Ascom/Corpo de Bombeiros)(Foto: Ascom/Corpo de Bombeiros)
O ministro extraordinário do governo de transição, Onyx Lorenzoni (Foto: Agência Brasil)[/caption] O Ministério do Trabalho deixará de existir a partir do dia 1 de janeiro de 2019. A extinção foi anunciada nesta segunda feira (3) pelo ministro extraordinário da transição, Onyx Lorenzoni. Em entrevista à Rádio Gaúcha nesta manhã, Onyx explicou que as atuais atividades da pasta serão distribuídas entre os ministérios da Justiça, da Economia e da Cidadania. Segundo ele, tanto as concessões de cartas sindicais quanto a fiscalização das condições de trabalho ficarão a cargo da equipe de Sergio Moro (Justiça). Sob o guarda-chuva de Paulo Guedes (Economia) e Osmar Terra (Cidadania) serão divididas as políticas de emprego, contemplando ações voltadas para o empregador e para empresários. Onyx afirmou que o futuro governo terá 20 ministérios funcionais e dois eventuais. Os dois últimos são estruturas com status ministerial temporariamente, de acordo com estratégias defendidas pela equipe de Bolsonaro. Trata-se do Banco Central que “quando vier a independência deixa status de Ministério” e a Advocacia-Geral da União (AGU). Bolsonaro deve definir nos próximos dias o comando do Meio Ambiente e dos Direitos Humanos. Onyx Lorenzoni vai detalhar a nova estrutura do governo em uma entrevista coletiva marcada para esta tarde.