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Filha suspeita de matar a própria mãe alegou legítima defesa

Ela disse em depoimento que foi mordida pela mãe e assumiu que passa por tratamento psiquiátrico. Camila mentiu o nome para atendimento médico

Redação RSN Jornalista
2 min de leitura
[caption id="attachment_276842" align="aligncenter"] Camila alegou legítima defesa (Foto: Reprodução)[/caption] A jovem Camila Mayumi Kanayama, que é suspeita de matar a própria mãe em Ponta Grossa e esteve sob custódia em um hospital, alegou legítima defesa. Ela tentou usar um nome falso para atendimento médico em Curitiba. A informação é da Polícia Civil. "Foi em legítima defesa. Ela chegou, eu falei 'será que agora posso ter meu celular de volta?' e ela falou 'não sei, vamos conversar'. E nisso ela foi e pegou uma máquina de choque no quarto dela e começou a me dar várias 'laseradas', não sei como chama. Eu falei 'para, para' e ela não parava. Aí tentei tomar dela, ela pegou uma faca e eu tomei a faca da mão dela". Ela disse ainda que a mãe tentou morder ela. Camila, disse que a mãe tentou espancar ela.

ATENDIMENTO MÉDICO

Conforme, Doraci do Rocio Kanayama chegou a ligar para outro filho pedindo socorro. No dia do crime , o filho saiu pedindo ajuda para vizinhos na tentativa de localizar a irmã e também fez uma publicação nas redes sociais. Segundo o irmão, Camila estava em surto psicótico. Além disso, a família também informou que a suspeita estava passando por um tratamento psicológico e psiquiátrico e foi encontrada depois que chamou a atenção de vigilantes de uma Unidade de Pronto Atendimento (Upa), em Curitiba. Ela estava com ferimentos nos olhos e em um dos pés. E carregava uma sacola de lixo com pertences aparentemente pesados. Depois disso, ela deu um nome falso na recepção. Assim, Guarda Municipal foi acionada, e autoridades de Ponta Grossa comunicadas. Segundo profissionais que estavam no local, Camila está em estado de choque e recebendo atendimento médico. Leia outras notícias no Portal RSN.
RODAPÉ-FEVEREIRO-ROXO E LARANJA

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