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Frio provoca aumento de casos de síndrome gripal em Guarapuava
Conforme a Secom, nas últimas 5 semanas, a Upa do Trianon registrou aumento de 15% no número de pacientes com síndrome gripal
Gilson BoschieroJornalista
2 min de leitura
(Foto: Secom/Prefeitura de Guarapuava)
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[caption id="attachment_257454" align="aligncenter"](Foto: Secom/Prefeitura de Guarapuava)(Foto: Secom/Prefeitura de Guarapuava) Conforme a Secom, nas últimas 5 semanas, a Upa do Trianon registrou aumento de 15% no número de pacientes com síndrome gripal (Foto: Secom/Prefeitura de Guarapuava)[/caption]
Com a chegada de um outono, período de temperaturas mais baixas, o impacto do frio no sistema imunológico pede cuidado com possíveis contaminações. E não apenas em relação à covid-19, mas também com a síndrome gripal (H3N2). Um termômetro disso é o aumento dos atendimentos desses pacientes nas Unidades de Pronto Atendimento (Upa) de Guarapuava.
Conforme a Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Prefeitura, nas últimas cinco semanas, a Upa do Trianon o número de pacientes atendidos com síndrome gripal aumentou 15%. Desse modo, no período houve 7.422 consultas, das quais 1.863 estavam relacionadas à gripe. Já na Upa do Batel, o aumento chegou a 10%. Porém, vale ressaltar que dos 10.731 atendimentos no mesmo período, 3.052 estavam relacionados à gripe. E isso equivale a 28,4% do total de consultas.
PREVENÇÃO
De acordo com o médico chefe da divisão epidemiológica, Hiagor Silva, trata-se de um vírus. Por isso, os cuidados para evitar a transmissão da H3N2 são similares aos usados contra a covid-19. "Mesmo sendo um vírus menos transmissível e que de certa forma já está entre nós há algum tempo, higienizar as mãos com álcool gel, evitar lugares fechados e até mesmo o uso de máscaras evitam uma possível contaminação. E claro, manter a vacinação contra a gripe em dia".
Por fim, como a síndrome gripal possui alguns sintomas similares à covid-19, Hiagor ainda destaca a importância em ter um diagnóstico correto antes de começar qualquer tipo de tratamento. "Quando dado o diagnóstico, é recomendado que o paciente permaneça em repouso. E siga a receita de medicamentos feita pelo médico de uma de nossas unidades de pronto atendimento".
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rodape-maio-laranja
Possui graduação em Jornalismo, pela Universidade Metodista de Piracicaba (1996). Mestre em Geografia pela Unicentro/PR. Tem experiência de 31 anos na área de Comunicação, com ênfase em telejornalismo e edição. Foi repórter, editor e apresentador de telejornais da TV Cultura, CNT, TV Gazeta/SP, SBT/SP, BandNews, Rede Amazônica, TV Diário, TV Vanguarda e RPC. De 2015 a 2018 foi professor colaborador do Departamento de Comunicação Social da Unicentro - Universidade do Centro-Oeste do Paraná. Em fevereiro de 2019, passou a ser o editor chefe do Portal RSN.