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MPT aciona donos da Havan e do Condor por coação a funcionários
Empresários coagiram funcionários para que votassem em Bolsonaro
Cristina EstecheJornalista
1 min de leitura
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[caption id="attachment_166991" align="aligncenter"]condor-e-havan (Fotos: Divulgação)[/caption]
Após ter publicado um vídeo coagindo funcionários que não votassem em Jair Bolsonaro (PSL), o dono da rede de lojas Havan, Luciano Hang, firmou acordo com o Ministério Público do Trabalho (MPT) de Santa Catarina para evitar ação semelhante ao do dono do Condor que, pelo mesmo motivo, foi acionado judicialmente. Pedro Joanir Zonta, assinou um acordo com o MPT-PR se comprometendo a divulgar nota de esclarecimento se abstendo de direcionar os votos dos funcionários. Ele mandou carta coagindo os colaboradores. No caso da Havan, a ação do MPT pede o pagamento de multa de R$ 1 milhão caso persista a conduta irregular.
Na última segunda feira (1), o MPT divulgou nota alertando as empresas e a sociedade de que é proibida a imposição, coação ou direcionamento nas escolhas políticas dos empregados.