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(Imagem: Reprodução/Pixabay)
CONTRA COVID

Sesa e Ministério da Saúde investigam casos da variante Delta no PR

A Secretaria de Saúde do Estado do Paraná contabiliza sete casos da variante em quatro municípios paranaenses

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
3 min de leitura

(Imagem: Reprodução/Pixabay)

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(Imagem: Reprodução/Pixabay)(Imagem: Reprodução/Pixabay)
Sesa contabiliza a variante em quatro municípios do PR (Foto: Arquivo/RSN)[/caption] Após confirmar sete casos da variante Delta no Paraná, equipes do Ministério da Saúde (MS), da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) e da Vigilância Epidemiológica de municípios que apresentam casos confirmados da variante Delta começaram nesse sábado (10) o trabalho de investigação ampliada com o objetivo de avaliar o cenário no Estado. De acordo com as informações, as confirmações ocorreram em Apucarana (4), Rolândia, (1), Mandaguari (1) e Francisco Beltrão (1). Até o momento, o Paraná não tem transmissão comunitária. O secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, afirmou que o Paraná está atento a todas as ações de combate. "Este trabalho dará apoio às medidas de caráter epidemiológico diante da situação da pandemia da covid-19”. Desse modo, as equipes montaram duas frentes de trabalho investigativo, uma está sediada em Francisco Beltrão e uma está em Londrina. Em Londrina serão investigados os casos relacionados a Rolândia, Mandaguari e Apucarana.

BOLETIM

Conforme as informações da Sesa, os investigadores do Ministério da Saúde pertencem ao Programa de Treinamento em Epidemiologia Aplicada aos Serviços do Sistema Único de Saúde (EpiSus). O primeiro boletim informativo sobre o inquérito será emitido após as primeiras 48 horas da investigação. Durante o final de semana, as equipes da Vigilância da Sesa e dos municípios com casos confirmados farão o detalhamento de cada situação, tentando expandir a investigação para novos possíveis contatos da rede de cada pessoa. Assim, as informações apresentadas pelas equipes de Vigilância da Sesa e dos municípios ficam agrupadas pelos investigadores do Ministério e indicam o trabalho de campo, com entrevistas e pesquisas de rastreamento. Além disso, o EpiSus aplicará a mesma metodologia de investigação para as duas frentes do inquérito, de Londrina e de Francisco Beltrão. A primeira medida será uma busca minuciosa por pessoas que em algum momento, entre abril a junho, possam ter estabelecido qualquer tipo de contato com casos confirmados. Por fim, os investigadores do MS fazem este tipo de apoio junto as estados e municípios em várias situações ligadas à Vigilância em Saúde. Recentemente o EpiSus esteve em Roraima e no Maranhão, também em trabalho de investigação relacionados à pandemia e que exigiam resposta rápida. Leia outras notícias no Portal RSN.
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