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Secretário chefe da Casa Militar, coronel Mauricio Tortato, se reúne com lideranças do movimento grevista dos caminhoneiros. Curitiba, 24/05/2018 Foto: Ricardo Almeida / ANPr

Cida negocia e grevistas liberam trânsito de cargas essenciais no Paraná

Governo estuda a isenção da taxa do pedágio do eixo suspenso dos caminhões enquanto durar a greve

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
3 min de leitura

Secretário chefe da Casa Militar, coronel Mauricio Tortato, se reúne com lideranças do movimento grevista dos caminhoneiros. Curitiba, 24/05/2018 Foto: Ricardo Almeida / ANPr

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Mais de 450 mil habitantes de 20 municípios passam a ter o Centro de Especialidades do Paraná, em Guarapuava, na região Central, como referência no atendimento de saúde, em nível especializado de média e alta complexidade. A unidade foi inaugurada pela governadora Cida Borghetti neste domingo (9), data em que o município comemora 199 anos de existência. - Guarapuava, 09/12/2018 - Foto: Rogério Machado/ASECSCida
Secretário chefe da Casa Militar, coronel Mauricio Tortato, se reúne com lideranças do movimento grevista dos caminhoneiros. (Foto: Ricardo Almeida / ANPr)[/caption] Os efeitos da greve dos caminhoneiros, que entra no quinto dia nesta sexta feira (25), serão amenizados no Paraná. Um acordo articulado pela governadora Cida Borghetti e lideranças do movimento possibilitou a liberação, desde as primeiras horas de hoje, para o trânsito de cargas especiais nas estradas paranaenses. Está liberada a passagem para os caminhões que estiverem transportando insumos hospitalares, produtos químicos, ração animal, alimentos para hospitais e penitenciárias, combustível para os serviços de segurança e de urgência e emergência, além de cargas vivas. Cida também determinou que a Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Infraestrutura do Paraná (AGEPAR) estude a viabilidade da não cobrança de pedágio do eixo suspenso dos caminhões enquanto durar a crise de desabastecimento de combustível e o impacto que a não cobrança iria produzir nas tarifas. Segundo o coordenador executivo da Defesa Civil, Major Antônio Hiller, os caminhões que farão o transporte dos itens serão identificados e os motoristas orientados a se identificar nos bloqueios. Eles também devem liberar a verificação dos produtos caso seja necessário. “Queremos que tudo ocorra de maneira amigável, como foi o encontro com as lideranças”, disse o major. Hiller afirmou que o acordo é uma medida preventiva, adotada para que não haja comprometimento do abastecimento de insumos essenciais para a segurança e a saúde da população paranaense. O acordo seguiu a orientação da governadora Cida Borghetti, que solicitou ao chefe da Casa Militar, coronel Maurício Tortato, que criasse um grupo de trabalho e realizasse a negociação com os representantes dos caminhoneiros. O encontro aconteceu na tarde de ontem (24), na sede da Defesa Civil Os representantes do sindicato que coordenam a paralisação de caminhoneiros nas estradas paranaenses gravaram um vídeo com orientações aos colegas que participam da mobilização orientando para que todos colaborem na liberação dos veículos com as cargas essenciais. O material está sendo divulgado nas redes sociais e pela rede WhatsApp do movimento. O presidente do Sindicato dos Caminhoneiros do Paraná, Plínio Dias, pediu a ajuda de todos os manifestantes para que seja cumprido o acordo e disse que vai unir esforços para que esses caminhões circulem pelas rodovias do Paraná. “Queremos manter a ordem, sem violência, não queremos prejudicar ninguém e as cargas prioritárias serão escoltadas conforme combinado durante a reunião”, afirmou.

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