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O Índice de Confiança da Construçã é medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) (Foto: Agência Brasil)
ECONOMIA

Custo da construção sobe 0,15% em novembro

O Índice Nacional de Custo da Construção–M (INCC-M), medido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), registrou inflação de 0,15% em novembro

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
2 min de leitura

O Índice de Confiança da Construçã é medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) (Foto: Agência Brasil)

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O Índice de Confiança da Construçã é medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) (Foto: Agência Brasil)O Índice de Confiança da Construçã é medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) (Foto: Agência Brasil)
O Índice de Confiança da Construçã é medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) (Foto: Agência Brasil)[/caption] O Índice Nacional de Custo da Construção–M (INCC-M), medido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), registrou inflação de 0,15% em novembro. O percentual é superior ao observado em outubro (0,12%). O indicador acumula 3,99% no ano e 4,12% em 12 meses. A alta da taxa na passagem de outubro para novembro foi puxada pelos serviços, que tiveram deflação (queda de preços) de 0,08% em outubro e passaram para uma inflação de 0,36% em novembro. De acordo com a Agência Brasil, os materiais e equipamentos tiveram queda na taxa, apesar de continuarem com inflação. A taxa recuou de 0,37% em outubro para 0,31% em novembro.

MÃO DE OBRA

Já a mão de obra manteve-se, em novembro, sem variação de preços como ocorreu em outubro. O Índice de Confiança da Construção, medido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), subiu 1,5 ponto na passagem de outubro para novembro e chegou a 89 pontos, em uma escala de zero a 200. Esse é o maior patamar atingido pelo indicador desde setembro de 2014, quando a confiança ficou em 89,9 pontos. A alta do índice é relacionada a uma melhora da situação corrente, já que o Índice de Situação Atual avançou 2,4 pontos, para 81,3 pontos. O Índice de Expectativas, que mede a confiança no futuro, também subiu, mas de forma mais moderada: 0,5 ponto, passando a 97,0 pontos. O Nível de Utilização da Capacidade do setor cresceu 0,4 ponto percentual, para 70,5%. Segundo a pesquisadora da FGV, Ana Maria Castelo, a melhora das vendas e os lançamentos imobiliários, principalmente em São Paulo, têm impacto na confiança dos empresários. Ela também destaca que o acesso ao crédito pelas empresas está sendo fundamental para a retomada do setor. Leia outras notícias no Portal RSN.