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Guarapuavano formou juízes que julgam Lula

"Muita coincidência", diz Clèmerson Merlin Clève a jornalista

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
2 min de leitura
No dia em que o Brasil se volta ao julgamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Porto Alegre, um guarapuavano se destaca nos bastidores do cenário constitucionalista brasileiro. De acordo com o jornalista Aroldo Murá, na sua coluna desta quarta feira (24), o professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR), da UniBrasil, e um dos mantenedores da Faculdade Campo Real de Guarapuava, constitucionalista Clèmerson Merlin Clève, arguiu três dos 11 ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) em bancas acadêmicas: ministro Luis Roberto Barros, em banca para doutorado na Universidade Estadual do Rio de Janeiro; os ministros Ricardo Lewandowsky e Alexandre Moraes em concursos para livre docência na Universidade de São Paulo (USP). O STF é o tribunal que poderá analisar decisões da Lava Jato em grau recursal. [caption id="attachment_149726" align="aligncenter"]
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Ministros Luís Roberto Barros, Ricardo Lewandowsky e Alexandre Moraes (Foto: Aroldo Murá)[/caption]

Também foi professor de graduação na Faculdade de Direito da UFPR do procurador Regional Maurício Geran e orientador, no curso de mestrado na mesma UFPR, do juiz Sergio Moro e do desembargador João Gebran Neto (do TRF-4).

Em informação dada a Murá, Clève tinha antecipado que três paranaenses atuariam nesta quarta no TRF4:o desembargador federal João Gebran Neto; o advogado René Dotti, atuando como assistente da acusação contratado pela Petrobrás; e o procurador federal, agente do MPF, Maurício Gerun. Para Clève, entretanto, há nisso tudo muita coincidência. “Trata-se de ordenação de dados organizados caprichosamente pelo destino ou uma conjugação de fatos curiosos, disse ao jornalista paranaense.

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