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Guarapuavano pesquisador em Stanford acredita no potencial tecnológico local e estadual
Governo do Paraná assinou um termo de cooperação com a instituição estadunidense para analisar dados históricos antes de tomadas de decisão em políticas públicas
Cristina EstecheJornalista
2 min de leitura
rodrigo
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[caption id="attachment_175549" align="aligncenter"]WhatsApp Image 2019-03-02 at 14.40.48 Rodrigo Barbosa e Silva desenvolve pesquisa sobre a Estratégia Brasileira de Transformação Digital, no Lemann Center (Foto: Cristina Antunes/Arquivo pessoal)[/caption]
O Governo do Paraná, a Universidade de Stanford e o Lemann Center for Entrepreneurship and Educational Innovation in Brazil firmaram uma parceria esta semana para o desenvolvimento de uma plataforma de análise de dados que direcionam as tomadas de decisão em políticas públicas. Entre os pesquisadores do Lemann Center está o guarapuavano Rodrigo Barbosa e Silva, que conversou com o Portal RSN sobre a novidade.
De acordo com ele, a mediação tecnológica fará a análise de dados históricos do Paraná para que a gestão pública obtenha subsídios para a decisão.
"Isso significa que qualquer política pública pode ser comparada, preferencialmente de forma automática, com outras similares em um mesmo país ou em outros lugares do mundo. Trata-se, em resumo, de conhecimento acadêmico de ponta aplicado na avaliação de origens, metas, ações e resultados de políticas públicas", explicou.
Rodrigo desenvolve pesquisas de pós-doutorado sobre Estratégia Brasileira de Transformação Digital, que compara os setores estratégicos dos governos federal, estaduais e municipais, com o que outros países já fizeram e planejam.
Em nível local, o pesquisador acredita que a sociedade guarapuavana tem procurado formas de organização para explorar tecnologias digitais e formas recentes da relação entre serviços, produtos e negócios em geral, mas devido à competitividade do mercado, acaba não se unindo para buscar inovações tecnológicas.
"Pela experiência que tenho nos EUA, se a ideia for competir com o vizinho, um dia vai perder para outro negócio, outra ideia, que está em franco desenvolvimento em locais distantes. Mas sou otimista de que isso possa começar a se tornar a cultura de Guarapuava: a ideia de um objetivo social comum e maior", acredita.