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IBGE informa que inflação oficial no mês de agosto fica em 0,24%
O resultado ficou abaixo do 0,36% de julho, mas é a maior taxa para um mês de agosto desde 2016. Custo dos combustíveis influenciou resultado
Gilson BoschieroJornalista
2 min de leitura
Posto de combustíveis do DF vende gasolina com desconto no Dia de Liberdade de Impostos.
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[caption id="attachment_213585" align="aligncenter"]Posto de combustíveis do DF vende gasolina com desconto no Dia de Liberdade de Impostos.Posto de combustíveis do DF vende gasolina com desconto no Dia de Liberdade de Impostos. IBGE informa que inflação oficial no mês de agosto fica em 0,24% (Foto: José Cruz/Agência Brasil)[/caption]
A inflação oficial medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), ficou em 0,24% em agosto deste ano. O resultado ficou abaixo do 0,36% de julho deste ano. Mas é a maior taxa para um mês de agosto desde 2016, quando o índice atingiu 0,44%. De acordo com dados divulgados hoje (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA acumula taxas de inflação de 0,70% no ano e de 2,44% em 12 meses.
Ainda conforme o IBGE, a inflação em agosto sofreu influência com aumento do custo dos transportes (0,82%) e dos alimentos (0,78%). Entre os itens de transporte com alta de preços no mês, destacam-se a gasolina (3,22%), o óleo diesel (2,49%), o etanol (1,29%) e os serviços de transportes por aplicativo (0,37%).
Já entre os alimentos, os destaques ficaram com o tomate (12,98%), o leite longa vida (4,84%), as frutas (3,37%), as carnes (3,33%), o óleo de soja (9,48%) e o arroz (3,08%). Por outro lado, houve quedas de preços em itens como cebola (-17,18%), alho (-14,16%), batata-inglesa (-12,40%) e feijão-carioca (-5,85%). A refeição fora de casa também registrou queda (-0,11%).
Assim, conforme a Ag~encia Brasil, além dos transportes e alimentos, tiveram inflação os gastos com habitação (0,36%). Além disso, o aluguel residencial (0,32%) e a energia elétrica (0,27%). Já os artigos de residência (0,56%), saúde e cuidados pessoais (0,50%) e comunicação (0,67%).
Por outro lado, apresentaram deflação (queda de preços) os gastos com vestuário (-0,78%), despesas pessoais (-0,01%) e educação (-3,47%).
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Possui graduação em Jornalismo, pela Universidade Metodista de Piracicaba (1996). Mestre em Geografia pela Unicentro/PR. Tem experiência de 31 anos na área de Comunicação, com ênfase em telejornalismo e edição. Foi repórter, editor e apresentador de telejornais da TV Cultura, CNT, TV Gazeta/SP, SBT/SP, BandNews, Rede Amazônica, TV Diário, TV Vanguarda e RPC. De 2015 a 2018 foi professor colaborador do Departamento de Comunicação Social da Unicentro - Universidade do Centro-Oeste do Paraná. Em fevereiro de 2019, passou a ser o editor chefe do Portal RSN.