Ao vivo
Guarapuava - PR · 21°C Predominantemente nublado
Em breve Agenda completa da região no Portal RSN Shows Feiras, cultura, esporte e serviços em um só lugar Volte todo dia Saiba o que acontece antes de sair de casa Portal RSN Sua agenda regional, atualizada para quem acompanha o portal Em breve Agenda completa da região no Portal RSN Shows Feiras, cultura, esporte e serviços em um só lugar Volte todo dia Saiba o que acontece antes de sair de casa Portal RSN Sua agenda regional, atualizada para quem acompanha o portal

Inconstitucionalidade derruba PL da venda de gás em Guarapuava

Autor do projeto de lei sobre a venda de gás, Danilo Dominico, pediu a retirada da matéria

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
2 min de leitura
[caption id="attachment_183984" align="aligncenter"]
BOTIJÃO DE GÁS
Botijão de gás (Foto: ANP)[/caption] Uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) ajuizada pela Associação Paranaense de Supermercados (APRAS) e avalizada pelo Tribunal de Justiça do Paraná, derrubou o Projeto de Lei que buscava regulamentar a venda de gás de cozinha em Guarapuava. O vereador Danilo Dominico pediu a retirada da matéria. A segunda votação seria na noite dessa terça (25). “O motivo é a decisão do Tribunal de Justiça do Paraná, que julgou Lei Estadual parecida inconstitucional. Respeitando a decisão do Poder Judiciário, optamos pela retirada, aguardando deliberação final sobre o tema na justiça". O PL pode ser ajustado ou arquivado. A advogada da APRAS Sandra Comodaro, em nota encaminhada à Câmara, informou a conclusão do julgamento da ADIN pelo TJ. "Por maioria absoluta foi dado provimento à ação, e declarada inconstitucional a Lei, sendo que houve apenas três votos contra". VONTADE POPULAR O Portal RSN entrevistou vários vereadores após o adiamento na segunda votação e a unanimidade foi de que a vontade popular prevaleceu nas decisões contrárias. Tentativa semelhante já tinha sido feita pelo também vereador Valdomiro Batista, o Jabur do Motocross, há cerca de dois anos. Porém, o PL nem chegou a tramitar. Uma reunião com vereadores, empresários e o Procon, esclareceu a inconstitucionalidade do PL.