Em breveAgenda completa da região no Portal RSNShowsFeiras, cultura, esporte e serviços em um só lugarVolte todo diaSaiba o que acontece antes de sair de casaPortal RSNSua agenda regional, atualizada para quem acompanha o portalEm breveAgenda completa da região no Portal RSNShowsFeiras, cultura, esporte e serviços em um só lugarVolte todo diaSaiba o que acontece antes de sair de casaPortal RSNSua agenda regional, atualizada para quem acompanha o portal
Inverno em Guarapuava deve ser menos rigoroso, diz especialista
Apesar de Guarapuava ter registrado 0,7ºC durante a madrugada deste domingo (18), o efeito El Niño deve ser mais intenso esse ano
AntunesJornalista
2 min de leitura
(Foto: Gilson Boschiero/Portal RSN)
Compartilhar
[caption id="attachment_261573" align="aligncenter"](Imagem: Reprodução/Simepar)(Imagem: Reprodução/Simepar) Até o fim do ano, o fenômeno deve ser mais intenso, com grande quantidade de chuvas e temperaturas mais elevadas do que a média (Foto: Gilson Boschiero/Portal RSN)[/caption]
Apesar de Guarapuava ter registrado 0,7ºC durante a madrugada deste domingo (18), pesquisadores indicam que o inverno deste ano deva ser menos rigoroso. Isso porque há a previsão do fenômeno climático El Niño está relacionado de aproximar do estado nos próximos 45 dias.
Ele é o oposto do La Niña, que saiu de cena em 2023, após três anos seguidos marcados por estiagens no campo. O período agora é de transição. Até o fim do ano, o fenômeno deve ser mais intenso, com grande quantidade de chuvas e temperaturas mais elevadas do que a média, como explicou ao G1 o climatologista Sidnei Jadoski.
Está com prospecção de um patamar de aquecimento maior do que já se teve na história. A tendência é passar de 25,5ºC e entrar no El Niño super, como está sendo denominado. A expectativa é que o inverno não seja tão rigoroso e, para a segunda metade do inverno, aceleração no ciclo hidrológico - incremento no índice de chuva.
Para o campo, a chegada do El Niño tem seu lado positivo, segundo os climatologistas. Ele ocupa o lugar da estiagem prolongada dos últimos anos, provocada pelo La Niña. Desse modo, a tendência é que haja uma distribuição melhor das chuvas, não só no inverno, mas também na primavera e no verão, já que o fenômeno climático deve seguir, pelo menos, até o ano que vem.
(*Com informações Portal G1)
Leia outras notícias no Portal RSN.