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Gaeco investiga mulher que divulgou fake news sobre coronavírus em Guarapuava (Foto: Reprodução/Pixabay)
ENSINO

MEC disponibilizará internet para alunos de universidades federais

A princípio serão beneficiados 400 mil alunos com renda familiar inferior a meio salário mínimo, mas a ideia é que esse número chegue a 900 mil alunos

Antunes
Antunes Jornalista
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Gaeco investiga mulher que divulgou fake news sobre coronavírus em Guarapuava (Foto: Reprodução/Pixabay)

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Gaeco investiga mulher que divulgou fake news sobre coronavírus em Guarapuava (Foto: Reprodução/Pixabay)Gaeco investiga mulher que divulgou fake news sobre coronavírus em Guarapuava (Foto: Reprodução/Pixabay)
MEC disponibilizará internet para alunos de universidades federais (Foto: Reprodução/Pixabay)[/caption] O Ministério da Educação (MEC) informou que vai disponibilizar acesso à internet para alunos de universidades e de institutos federais em situação de vulnerabilidade social. Desse modo, facilitando o acompanhamento das aulas durante o período de isolamento social adotado para evitar a disseminação do novo coronavírus. A princípio serão beneficiados 400 mil alunos com renda familiar inferior a meio salário-mínimo, mas a ideia é que esse número chegue a 900 mil alunos cuja renda familiar seja de até 1,5 salário-mínimo. Assim, a medida foi anunciada em coletiva de imprensa on-line. De acordo com o MEC, a expectativa é de que o benefício abranja 797 municípios com campi de Instituições Federais de Ensino Superior (IFES) e Institutos Federais (IF). Ao fazer o anúncio, o ministro da Educação, Milton Ribeiro, disse que a demora para se implementar a medida, após cinco meses de isolamento em decorrência da pandemia do novo coronavírus, se deve à burocracia interna do Estado. Aos 400 mil alunos com renda familiar de até meio salário-mínimo serão disponibilizados bônus de dados móveis que serão gerenciados pela instituição de ensino. Eles terão validade de 90 dias e os créditos serão de 10 gigabytes a 40 gigabytes. Há também a possibilidade de fornecimento de pacotes de dados móveis por meio de chips pré-pagos. Estes, terão validade de 30 dias. Por fim, outra opção são os créditos de dados que variam de cinco gigabytes a 40 gigabytes. Ainda segundo a pasta, a solução encontrada “demonstra a viabilidade para um modelo de inclusão nos domicílios de alunos e professores em bandas larga fixa e móvel a partir de 2021”. *(Com informações da Agência Brasil) Leia outras notícias no Portal RSN.
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