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A trajetória de Jungmann fica marcada especialmente pela atuação à frente do Ministério do Desenvolvimento Agrário e da Política Fundiária
Cristina EstecheJornalista
2 min de leitura
Raul Jungaman (Foto: Thomaz/ Agência Brasil)
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O Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) confirmou, neste domingo (18), a morte de Raul Jungmann, aos 73 anos. O ex-ministro e atual diretor-presidente da entidade estava em Brasília e não resistiu às complicações de um câncer de pâncreas contra o qual lutava há meses.
Para os paranaenses, a trajetória de Jungmann fica marcada especialmente pela atuação à frente do Ministério do Desenvolvimento Agrário e da Política Fundiária.
Na época, Jungmann esteve em Guarapuava cumprindo agenda no Cedeteg (Campus da Unicentro). A vinda do ex-ministro à cidade teve debate sobre a reforma agrária e o fortalecimento da agricultura familiar na região central do estado, em um período de grandes transformações no campo.
TRAJETÓRIA PÚBLICA
Com mais de cinco décadas dedicadas à vida pública, o pernambucano Raul Jungmann foi uma figura central na política brasileira. De acordo com a trajetória dele, comandou quatro pastas estratégicas nos governos FHC e Michel Temer (Política Fundiária, Desenvolvimento Agrário, Defesa e Segurança Pública). Exerceu mandatos como vereador e deputado federal. Desde 2022, presidência o IBRAM, onde trabalhava para implementar uma agenda de mineração sustentável e diálogo institucional.
HOMENAGEM
Em nota, Ana Sanches, presidente do Conselho Diretor do IBRAM, lamentou a perda. "Raul foi um homem público de estatura singular, defensor ferrenho da democracia e sempre comprometido com o interesse público".
Atendendo a um desejo pessoal de Jungmann, o velório será uma cerimônia reservada exclusivamente para familiares e amigos próximos em Brasília. (*Com Agência Brasil)
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