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Ao todo foram encontrados 14 macacos mortos na cidade. Sete foram confirmados e outros quatro ainda estão em investigação. Três não puderam ser analisados
Cristina EstecheJornalista
2 min de leitura
macaco bigio encontrado em bituruna em outubro de 2019 (foto ilustrativa)
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[caption id="attachment_203664" align="aligncenter"]Ao todo 14 macacos foram encontrados mortos na cidade (Foto: Ascom/Prefeitura de Bituruna)macaco bigio encontrado em bituruna em outubro de 2019 (foto ilustrativa) Ao todo 14 macacos foram encontrados mortos na cidade (Foto: Ascom/Prefeitura de Bituruna)[/caption]
A vigilância epidemiológica e a vigilância sanitária de Bituruna foi notificada de que 14 macacos bugios teriam sido encontrados mortos no interior do município. Destes, a Fundação Municipal de Saúde já possui o resultado do exame de sete deles. Foi constatado que a morte foi por febre amarela.
De acordo com a assessoria da prefeitura, seis macacos foram encontrados no Distrito de Santo Antônio do Iratim e um na comunidade Volta Grande. A Fundação ainda aguarda o resultado do exame de quatro macacos e outros três não foi possível fazer a coleta devido ao estado avanço de decomposição dos animais.
A responsável pela Vigilância Epidemiológica, Sirlei Pedrollo Bez, lembra da importância da atualização do calendário vacinal para imunização contra a doença. “Todos que não tomaram a vacina contra a febre amarela devem procurar o quanto antes a unidade de saúde de seu bairro para receber a dose”.
Ela explica ainda que, Bituruna não possui histórico da doença. Além disso, caso a população encontre bugios na natureza, não se deve matá-los. Isso porque os macacos não transmitem a doença para o homem, mas são um sinal de alerta da presença do mosquito transmissor na Região. Se forem encontrados novos animais mortos é fundamental que seja comunicado os profissionais de saúde o quanto antes.
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