FIEP SE MANIFESTA
Preocupada a Federação das Indústrias do Paraná (FIEP) manifestou perplexidade e pediu abertura urgente de diálogo para evitar prejuízos imensuráveis. No Paraná o impacto negativo vai pesar sobre muitos produtos, principalmente, florestais, madeira, madeira compensada, couros e peles, obras de marcenaria, entre outros. Situação que vai atingir em cheio Guarapuava e Região, onde o setor madeireiro e do agronegócio são muito fortes.
Enquanto isso, o Presidente Lula reafirmou que o Brasil não aceitará ser tutelado. Ele anunciou resposta com base na Lei de Reciprocidade Econômica. O Supremo, por sua vez, manteve o cronograma do julgamento de Bolsonaro para agosto, ignorando a tentativa de interferência. E como não poderia ser diferente para hoje (10) já temos a disparada do dólar futuro, o recuo da bolsa brasileira, e a curva de juros começou a subir.
E AGORA?
Diante desse cenário, não apenas o governo federal, mas também os setores produtivos e a sociedade como um todo precisam se manifestar firmemente para impedir essa intromissão absurda na autonomia nacional. É fundamental que lideranças políticas, empresariais e civis deixem claro que tarifas não podem se tornar armas de chantagem contra o Estado brasileiro e as instituições. Entendo que num um contexto de guerra tarifária e chantagem diplomática, o Brasil se vê no epicentro de um novo teste à ordem democrática global. E aí o terreno se torna minado, onde o silêncio pode custar caro à soberania e ao futuro econômico do país. Leia outras notícias no Portal RSN.