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União Brasil sem presidência; Christine Bittencourt entra no radar
EM GUARAPUAVA!

União Brasil sem presidência; Christine Bittencourt entra no radar

Partido está sem comando local após saída de Samuel Ribas e avalia nome para reorganização e disputa de 2026

Cristina Esteche
Cristina Esteche Jornalista
2 min de leitura

Christine Kampmann Bittencourt (Foto: Arquivo/RSN)

O União Brasil vive um vácuo de comando em Guarapuava e, ao mesmo tempo, pode caminhar para um vácuo ainda maior no Paraná. Na cidade, o partido está sem presidência desde que Samuel Ribas deixou a sigla e passou a atuar ao lado de Guto Silva. Com a cadeira aberta, cresce a possibilidade de uma mulher assumir o controle local. Dois nomes aparecem no radar: Leila Pires, que foi candidata a vice-prefeita na chapa de Ribas e hoje integra o segundo escalão do prefeito Denilson Baitala; e Christine K. Bittencourt, juíza aposentada que, além de disputar espaço na direção partidária, também é vista como nome viável para uma candidatura a deputada estadual. De acordo com a Presidente do UB Mulher, Leila Pires, ela também estava sendo cotada, mas preferiu abrir mão da candidatura. Mas o que vemos em Guarapuava não é um episódio isolado. No tabuleiro paranaense, o União Brasil também pode ficar sem presidência caso se consolide a saída de Sergio Moro do partido. E o ambiente que cerca o senador não ajuda: o cerco está fechando. Mesmo liderando pesquisas para o governo do Paraná em 2026, Moro enfrenta resistência crescente dentro da federação União Progressista. O PP vem elevando o tom e reduzindo o espaço nas costuras internas, e Ricardo Barros voltou a rejeitá-lo como nome do bloco, deixando claro que a federação busca coesão, previsibilidade e menos atrito interno.

VÁCUO PODE ABRIR NO DIRETÓRIO ESTADUAL

A pressão se torna ainda mais sensível porque Moro não é apenas um possível candidato: ele preside o União Brasil no Paraná. Isso transforma a crise em disputa por controle real — máquina partidária, palanque, tempo e direção estratégica. Se a ruptura avançar, não será só uma mudança de legenda: será uma reconfiguração de comando, com impacto direto sobre as presidências locais e sobre a capacidade do partido de manter unidade no estado. Leia outras notícias no Portal RSN.
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